Como organizar sua vida financeira em 3 passos

Anotar cada gasto, sem omitir nenhum detalhe, é a base para ter saúde financeira.

“Grande poderes trazem grandes responsabilidades”. Essa famosa frase dos quadrinhos de super-herói se encaixa muito bem quando passamos para a vida adulta, ou com a chegada do primeiro boleto para pagar com o nosso nome. Se por um lado a liberdade para fazer o que quiser é muito bom, por outro, requer decisões importantes. Afinal, se você vai conseguir sobreviver com o dinheiro que tem na conta nos 30 dias do mês, só quem pode saber é você, por isso vamos começar as dicas logo no primeiro parágrafo: não vale mentir!

Você pode viver sozinho ou rodeado de várias pessoas. Cuidar do seu dinheiro não depende do tamanho da família, mas sim da sua organização. Ter uma vida financeira saudável está diretamente ligado ao planejamento pessoal. Todas as escolhas precisam estar dentro de uma programação de curto, médio e longo prazo. Sem objetivo você dificilmente conseguirá concluir suas metas. 

Então por onde começar? Existem várias formas, desde cursos até profissionais que podem cuidar do seu dinheiro. Todas as opções têm em comum 3 passos: saber o que eu tenho (diagnóstico), o que eu não preciso mais (economizar para prosperar) e o que eu quero ter (metas e objetivos).

Passo 1. Colocando na planilha (ou no papel)

Seja no computador ou no caderno, montar uma planilha financeira é fundamental para qualquer início de planejamento. A gente sabe que muita gente tem receio de planilha digital, pela complexidade de fórmulas e conteúdo, então indicamos aqui um formato simples, que pode ser feito até no caderno. O que vale mesmo é ter tudo anotado e uma calculadora ao lado para somar, subtrair, multiplicar e dividir.

Para quem gosta de um modelo mais completo, basta procurar no Google que você terá infinitas opções de planilha, programas de simulação, aplicativo, e muito mais. 

Voltando à planilha simples e eficiente, no topo da folha você deverá colocar sua renda mensal e o mês de referência. Aí é só desenhar as colunas de gastos e realizar a famosa (ou temida) soma.

  • Coluna 1 – Gastos Fixos

Nas linhas dessa coluna coloque as contas que você paga todo mês, como condomínio, internet, provedora de streaming (como Netflix), escola, academia, além das tradicionais água, luz e gás. Aqui entram também financiamento, empréstimo, consórcio e até o cartão de crédito.

  • Coluna 2 – Gastos Variáveis

Já nas linhas dessa coluna, descreva aqueles gastos que ocorrem de acordo com a necessidade, como supermercado, delivery, cabeleireiro, dentista. Não esqueça de colocar aqueles pequenos valores sem destino certo (lanche do filho, doação no semáforo, “vaquinha” do presente da colega do trabalho). Pode parecer muito cansativo anotar tudo, mas é fundamental para entender aonde foi parar seu dinheiro no final do mês.

Ao lado de cada item, coloque o valor correto para saber o quanto foi comprometido no mês. Esta planilha ajuda a mostrar se o quanto você ganha é suficiente para ter o seu padrão de vida.

Passo 2. Definindo o que economizar

Somou? O resultado foi bom ou nem tanto? Ao fechar a conta do mês e o saldo não foi positivo, o próximo passo então é entender onde podemos economizar. O que é essencial, o que pode ficar pra depois e o que devemos cancelar de vez.

Pegue novamente a planilha e, ao lado, de cada item, faça uma marcação que te ajude a identificar o que deve ser mantido ou não. Pode ser um X, OK, SIM, NÃO. Do jeito que você quiser porque será algo para te ajudar a visualizar melhor seu orçamento mensal.

Essas anotações vão te ajudar a planejar o próximo mês e, consequentemente, as suas próximas escolhas. Isso é planejamento!

Uma dica básica de todo educador financeiro é: não gaste todo o seu salário! Viva com 70% e os outros 30% você guarda para quando aparecer um imprevisto ou oportunidade (imagina ser convidado para uma viagem com a turma e só você não pode ir porque o cartão de crédito está estourado?).

Passo 3. Escolhendo em que investir

Ter uma vida financeira saudável é mais do que estar com saldo positivo, é planejar o que se quer e correr atrás para conquistar. Afinal, não podemos viver sem sonhos e, inclusive, de comprar itens não essenciais. É por isso que o próximo passo é saber o que fazer com o dinheiro para adequar deveres e prazeres.

Separe seus desejos por etapas de duração, que serão distribuídos ao longo do ano, de acordo com a forma que você quer consumir. Lembre-se que nesta lista tudo dependerá apenas de você. 

  • Curto prazo: bolsa nova, cortar o cabelo, roupa para as crianças
  • Médio prazo: trocar de celular, iniciar um tratamento dentário, viajar com os amigos
  • Longo prazo: comprar um carro, começar a faculdade, cirurgia plástica

Essa visão vai te ajudar a escolher o que vem primeiro, por ordem de importância. E mais, vai facilitar a busca por soluções financeiras que vão podem acelerar várias dessas conquistas, com segurança e planejamento.

Alguns exemplos: crédito pessoal ou consignado (no caso de aposentados e pensionistas do INSS, e também de funcionários públicos e privados, conforme regras específicas), empréstimo com garantia, financiamento, refinanciamento, consórcio, e muito mais!

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